Sexta-feira, 27 de Janeiro de 2012

Construir espaço público em Évora

"Habitar a cidade. Construir espaço público" é o tema genérico do ciclo de debates que ontem, ao fim da tarde, teve início. E foi por aí que se começou, deixando claro que "As redes de Comunicação" existentes são apenas parte daquele todo. Confirmou-se ainda o peso relevante que a Comunicação Social, nas formas de jornal e rádio, têm no espaço público de Évora. Paralelamente, foi sublinhada a enorme e crescente importância que as novas formas de comunicação sustentadas pela plataforma da internet, assumem nesta construção quotidiana.

Cerca de quarenta pessoas, habitantes de Évora, aceitaram ontem o convite que lhes tinha sido dirigido pelo Departamento de Filosofia e pelo CIDEHUS para reflectirem conjuntamente sobre a cidade que se deseja educadora.O Condestável Café-Bistrô revelou-se acolhedor. O debate foi vivo. As participações diversificadas não ficaram à margem das preocupações que atravessam hoje esta cidade. O exercício foi de cidadania. A todos os que o tornaram possível se dirige o reconhecimento e gratidão da organização.
Na última quinta feira de fevereiro o convite é renovado, desta feita para olhar para a Arte como eventual vanguarda construtiva deste espaço público.

9 comentários:

Dores Correia disse...

A existência de Espaço Público pressupõe (quer se goste ou não da ideia) a existência uma regulação. Mais ou menos definida, assumida, clara, visível, transparente.

São muitos os que desejam que neste Espaço-Cidade haja liberdade, abertura, limpeza, ou acolhimento, entre outras marcas constituintes. Discutir o papel desta moderação, as formas, limites e opções bem diversas que os reguladores do espaço público assumem é um desafio. Ontem, no espaço público que foi o Condestável-bistrô evidenciou-se essa necessidade de pensar e repensar as múltiplas formas possíveis de regulação, participação e fruição do espaço onde estamos todos.

Anónimo disse...

Anémico o 5 tons, verdadeiramente anémico. Parece o país, a esvair-se. Resta-lhe carpir as lamurias "cidadãs" da Dores Correia. Agora a sociologia urbana progressista da cidade foi parir paleio para o café-bistrô - ora a porra tinha que ter logo a caganeira do francesismo. É pena não termos para aí nenhum zarolho de vulto para gritar épicamente como o Camões: Morro com a Pólis!

Anónimo disse...

Realmente só é preciso fazer qualquer coisa para que venha logo uma "inteligência parda" (ou "esperteza saloia") a dizer mal!... Xiça!!... Que gentinha esta cidade acolhe!!!!....

Anónimo disse...

14:37

Ó sócio, morre com quem queiras. Mas espero que esteja concentradíssimo, porque a caganeira não é para qualquer um. Há quem pense que é gente de bem na ordem da caganeira e, afinal, conhecendo-se de perto, se esvai num punzinho sem brilho. E parece-me que é o seu caso, meu comentarista anónimo, mais do que zarolho, completamente cego: como se dizia na minha aldeia, mais via o Camões com apenas dois olhos do que o meu amigo - espero bem que o seja - com os três que o bom deus lhe deu.

CJ

Anónimo disse...

Já reparei que V. Excia tem o intestino grosso com uma ligação directa ao cérebro... Olhe: trate-se e fique bem!...

Anónimo disse...

o Cj coloca-se ao pior nível do que o man das 14 e qualquer coisa disse, e apesr de tudo ele tem razão...deixem-se de merdas depois do rua acarpir é o bistrot a ganir

Anónimo disse...

Há só um pequeno problema: o CJ identifica-se, mas o Excia das 14 e os men(?) das 22.34 e 22.45 não. Porque será? Quem são? Que aventais ou cruzes ou bandeiras ocultam? Que segredos escondem? Sabe-se lá... Mas gosto da frase: "depois do rua a carpir é o bistrot a ganir"... G'and'a poeta é o povo!!! O nobel já para este ignoto das 22 e 45!

Cj

M. Sampaio disse...

O "a cinco tons" é um blogue, tem propostas que podem ou não ser acolhidas por quem o lê, que podem suscitar críticas, debate, é feito por pessoas que têm os seus momentos...
como tudo na vida terá os seus altos e baixos, eu gosto e visito-o frequentemente.
Quanto à Dores Correia, é inegável que se envolve na vida da "Cidade", que assume iniciativas, que dá a cara, por aquilo que é fundamental na vida da urbe e que é a participação cívica, cumpre o seu papel e cumpre-o bem, não vejo como possa ser criticada por disponibilizar espaços de debate, abertos à participação de todos e que curiosamente são na esmagadora maioria das vezes criticados apenas por quem lá não esteve...
Nesta quinta-feira, no Condestável estiveram inúmeras pessoas empenhadas na discussão de um tema que toca a todos e que deve ser debatido e esmiuçado sem tabus, que foi ganhou, quem não foi, não foi...
Se tivesse ido, por acaso nem estava muito frio, teria percebido como são descontextualizadas as críticas aqui expressas.
Em relação ao CJ, ele anda por aí todos os dias, não se esconde de ninguém, seria interessante dizerem-lhe na cara o que afirmam sob a corajosa capa do anonimato...

Anónimo disse...

Conclusão lógica da soma de todos os comentários acima: Queremos mais! Que se movam os que ainda têm pernas para andar, que se arrisquem os que não temem, e que se lixem os amigalhaços anónimos que tudo o que se faz azeda. A cidade agradece (parece o lema da Quercus mas enfim, a esta hora, é o que há).
JRdS